sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Cia de Dança Oriental Árabe Mohana Devi

Apresentações Cia Dança Oriental Árabe Mohana Devi

Sábado 30/11 a convite da Cia Bogossian estivemos em Iperó participando com três coreografias que fazem parte do nosso espetáculo "Ciclos da Lua e O Feminino 2020" no espetáculo de fim de ano "Aquaman".


Fusão Cigana - Mistura de dança árabe com a dança cigana com leque, a alegria de viver!


Dança com Taças - Para iluminar o caminho e transmutar as energias negativas! Em nosso espetáculo simboliza a magia das feiticeiras, a Lua Cheia!


Derbake - A força da mulher moderna e empoderada!

Alunas que participaram : Juliana Galdino, Viviani Picco, Aline Nascimento, Helena Bastista.

Professora: Cllau Gonçalves, estudante e pesquisadora de danças orientais com enfoque terapêutico através dos arquétipos e estudos bio-energéticos e metafísicos.



Foram vários ensaios da Cia de Dança Mohana Devi e aulas regulares.

Cllau Gonçalves de Boituva/Sp



domingo, 5 de maio de 2019

BOITUDANÇA 2019 - Grupo Ventre Terapia Mohana Devi

Apresentação 2019.


No dia 27/04 o grupo de dança do ventre Mohana Devi se apresentou no 8 Festival de Danças de Boituva, estreando no palco com alunas que nunca tinham feito dança do ventre. Trabalho de 1 ano que agora está florescendo e revelando bailarinas dessa arte antiga, que é a dança do ventre, vindo do Egito.

Foram apresentado duas Coreografias em sequência - Magia do Oriente -  Moderno árabe e um solo de derbake com o grupo. Turma Iniciante Básico 2.


As aulas acontecem no Instituto Self- Desenvolvimento Humano localizado na rua Aparecida Macruz Jorge 290 Jardim Oreana em Boituva, assim como os ensaios. 

Ao final da apresentação, alunas que foram prestigiar.


As aulas acontecem de segunda-feira e quinta-feira: 8h30 às 10h.( Turma iniciante 1 cheia)
Terça-feira e sexta-feira: 19h ás 20h30 ( turma iniciante 2 cheia)
Segunda-feira e Quarta-feira: 14h30 às 16h.
Sábado: 10h às 11h30.
Aulas abertas para experimentar, basta reservar e agendar. (15)99628-2383 whatsapp


Professora Cllau Gonçalves



sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Dias e Horários das Aulas de Dança do Ventre

As aulas já começaram e está com valor promocional nesse mês de janeiro de 2019! Aproveita para experimentar uma aula e matricule-se obtendo o desconto até o final de ano! Além do mais, você ganha uma terapia alternativa para utilizar durante o ano, seja Reiki tradicional, Reiki Xamânico, Aromaterapia, Tarô Terapêutico, saiba mas.

domingo, 23 de dezembro de 2018

A importância dos pés na dança.

O princípio de toda dança é sua base, sua postura. Os pés sustentam essa postura, que é diferente em cada tipo de dança. Na base da dança do ventre, os pés ficam paralelos um ao outro, apontando para frente, distantes na largura do quadril, que fica encaixado. Podem ficar em ‘meia ponta’, os dois juntos ou apenas um dos dois, o que dará a mobilidade do quadril. As danças folclóricas são dançadas, geralmente, sem sapatos. Estar descalço é estar em contato direto com o chão, o que significa ligar-se à terra, reverenciá-la. Nessas danças os pés pisam no chão por inteiro na maior parte do tempo (pelo menos um deles). São comuns movimentos de batidas fortes do pé no chão, seguindo o ritmo da percussão. Uma dessas danças, o Dabke (que significa ‘bater o pé no chão’), surgiu com o objetivo de juntar comunidades para assentar o barro no forro das casas, durante o frio do inverno. São danças em grupo, muito alegres e vigorosas. O pé sustenta o corpo inteiro, e pode concentrar todo o seu peso e força. Assim, um movimento do pé a favor da gravidade pode concentrar a maior força do corpo, sem que se faça muito esforço muscular. Chutes são os golpes que contém a maior força que o homem é capaz de despender. Movimentos do pé batendo no chão, dando pequenos pulos, demonstram vigor e força, além de alegria e energia vital. Ao fazermos tal movimento, sentimos nossa própria força, ficamos cheios de energia, revigorados = ‘re-vigor’: nosso vigor se reflete na terra, volta a nós, e o sentimos – sentimo-nos fortes e dispostos, alegres e vivos. Um movimento comum na dança do ventre, e fascinante, é quando os calcanhares batem no chão e o corpo todo treme. Não é necessária força quase alguma para tamanho efeito, a não ser o contrapor da própria massa corpórea à força da gravidade, a partir de um pequeno movimento feito pelos pés (articulação do tornozelo). O impacto dos pés no chão provoca uma reverberação no corpo todo, como se o corpo estivesse sendo animado pela terra. Os saltos, nessa dança, também surgem de movimentos dos pés. A articulação no tornozelo levanta o corpo todo, e quanto mais rápido é o movimento, maior a distância entre o chão e o corpo. É impressionante como o pé, relativamente tão pequeno, é capaz de sustentar o corpo inteiro, com todo seu peso, e, além disso, impulsioná-lo da terra ao ar com tamanha agilidade e leveza. O movimento que mais impressiona na dança do ventre é a queda (‘queda turca’). Geralmente após girar ou fazer algum movimento muito agitado, a dançarina se joga no chão, de joelhos dobrados, deitada ou sentada. Os observadores não entendem como ela não se machuca, como seus joelhos não se ‘esfolam’ no chão. O segredo está nos pés. Os pés dão o equilíbrio para o corpo cair da forma desejada, e, além disso, é seu movimento que o faz cair. Tensionando os dedos para que não se dobrem (torçam), o apoio passa, rapidamente, da sola do pé para o peito do pé, o que dá a impressão de se estar despencando sobre os joelhos. Os pés, normalmente, na maioria das danças do mundo, seguem o ritmo da percussão. A percussão é tocada com as mãos (ou pés) batendo na superfície do instrumento, assim como o dançar consiste nos pés ‘batendo’ no chão, a superfície da terra. Em muitas tradições, a dança faz parte da música, por meio do barulho que os pés fazem ao bater no chão, marcando o ritmo básico da música. A coordenação motora, a ser treinada na dança, começa pela coordenação entre o movimento dos pés e o ritmo. Os pés são a principal parte do corpo que segue o ritmo básico das músicas, na maior parte das danças. É a base que sustenta o movimento da dança e o ritmo da música. É por onde o homem se ‘aterra’, por onde começa seu contato com o mundo, a terra, e com a música, o ritmo. A dança é gerada a partir dos pés. Eles são a base da dança – seu princípio, semente, embrião.
Associação livre: Terra – estabilidade, equilíbrio, centralidade, força, solidez, concreto, limite (ritmo quebrado da percussão; cair até o chão, no máximo), vigor, foco, concentração, perseverança, resistência, coordenação motora, ‘Mãe-Terra’, acolhimento, confiança, conservação, preservação, nutrição, apoio, sustento, raiz, ‘pessoa com o pé no chão’ = centrada, aterrada, enraizada, consciente, equilibrada, realista, íntegra, confiável, responsável. Capricórnio, Touro, Virgem; agricultura, fertilidade, fecundidade...


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Confraternização BellyDance 2018

No dia 09/12 (domingo) foi o momento da revelação, alunas que se permitiram experienciar a dança do ventre para o público. O espaço devidamente preparado com a ajuda das aulas, deixou o ambiente, ou como costumamos chamar, nosso quintal,  todo cheio de mistério e  magia, trouxe uma noite oriental das arábias.

Muito se fala, que a dança do ventre por ser terapêutica, não tem como finalidade a apresentação no palco, ou em qualquer outro lugar, que seja para o público. Isso é respeitado, quando a aluna realmente não sente que isso vai de encontro com sua verdade, mas eu aconselho, que pelo menos uma vez na vida, dance para outras pessoas. Intimamente, sabemos que quando praticamos a dança do ventre, ela desperta muitas questões emocionais, sensações, lembranças e uma nova postura diante da vida. A beleza, o sorriso, toda preparação de se enfeitar, as vestes, elas estão intimamente ligado com a sua sexualidade, e isso nada tem haver com apelo sexual! Muito pelo contrário, todos nós temos uma maneira de viver e se apresentar em meio a sociedade, porém, a tendência é vivermos numa redoma, sem poder realmente se libertar e ser livre nas suas manifestações emocionais.
Esse é mais um trabalho terapêutico, onde o público se dá conta do tamanha da beleza e de toda poesia que há na arte da dança.

Tivemos registros maravilhosos de muitos momentos, por nossa amiga fotografa Lenita e aqui selecionei algumas fotos, veja abaixo:
Ver as alunas felizes por estarem revelando sua beleza, ornadas como as deusas egípcias, como deusas de si mesmas!




Foram duas apresentação em grupo, uma dança com véu e uma dança moderna animada que fechou a noite com chave de ouro! O círculo nosso maior símbolo de comunicação, integração, captação de energia e união!

Dançar com o véu, é estar intimamente interligada com sua essência, seu respirar faz com que lembremos o quanto é maravilhoso estar vivo e fluir nessa existência.





Tivemos dois solos, sendo uma aluna iluminando ainda mais a noite com o fogo mágico da dança e, eu é claro, ofertando com gratidão minha dança para o ano que cumina em 2018.

O cenário de forma simples mas acolhedora recebeu nossos amigos e familiares que estiveram presentes nos prestigiando.







Assim encerramos nosso 2018 em profunda gratidão por toda jornada que percorremos dançando, encantando.

Na foto da esquerda para direita: Lidiane, Juliana, Viviani, Rachel, Cllau (eu), Luciana, Cristiane e Mariana.

Gratidão


(...) Diariamente eu chego a simples conclusão de que a vida é tão maravilhosa porque também é feita de colos, de feridas que cicatrizam, de amigos que celebram ou choram junto, de café coado com coador de pano, de gente que pega ônibus ou faz caminhada pela manhã, de quem planta o que se pode comer, de vizinhos que alimentam seus gatos com comida de gente. Que a vida é feita de algumas pessoas que direcionam todo o seu potencial criativo para melhorar a qualidade de vida de gente que eles nem conhecem. Que é feita de e-mails que chegam recheados de saudade e de cartas extraviadas solitárias numa gaveta de um correio qualquer. De muros e pontes e cais. De aviões que suprimem distâncias e de barcos que chegam. De bicicletas que atravessam cidades. De redes que balançam gente. De rostos que recebem beijos. De bocas que beijam. De mãos que se dão. Que existem pessoas altamente gostáveis, altamente rabugentas, altamente generosas, pessoas distraídas que perdem as coisas, mal-educadas que buzinam sem necessidade, pessoas conectadas que se preocupam com o lixo, pessoas sedutoras e seduzíveis, possíveis e impossíveis, pessoas que se entregam, pessoas que se privam, pessoas que machucam, pessoas que chegam pra curar desencadeadores de poemas, de sorrisos, de lições de vida que ficarão guardadas para sempre … A vida é tão maravilhosa porque ela nos compensa com ela mesma.





segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Porque dança do ventre terapêutica ?

A dança do ventre tão conhecida, ainda tem sobre si diversos conceitos errados e deturpados! Essencialmente, a dança do ventre em si contém a terapia que faz com que a mulher que pratique, renasça, se refaça, se reconheça, se transforme, desperte! O enfoque terapêutico nas minhas aulas está voltado no autoconhecimento teórico e prático da dança do ventre, onde além da técnica pragmaticamente ensinada, compreendemos outros aspectos que vem para agregar valor a nossa dança. Temos então, a meditação antes do inicio das aulas, pois geralmente as alunas chegam ansiosas, cansadas, tensas, pelo trabalho, por problemas diversos da vida, situações, e a meditação vem acalmar os ânimos, centralizar e trazer para o "Aqui e Agora"! Uma vez que você esteja presente no momento, a sua consciência não vai perder tempo em alimentar-se de pessoas, lembranças ou mesmo um problema, que se não tem uma solução, solucionado está, o seu aprendizado será melhor, pois estará com plena atenção na aula. Sendo assim, iniciamos nossa jornada, aprofundando nos asanas (posturas) de Yoga para que possamos nos conectar com nosso corpo, trabalhando e desenvolvendo uma respiração correta e consciente! É um trabalho que vai além do corpo e da mente, temos aí nossa alma.
Prontas, corpo desperto, chackras vibrando, aquecemos dançando, para então fazermos exercícios, que iniciantemente tem como foco, o assoalho pélvico, a bascula, a mobilidade, compreender e sentir o próprio quadril é determinante no aprendizado da dança do ventre.
Báscula pélvica 

A maioria das mulheres não fazem ideia do que é assolho pélvico e sua importância, pois se pararmos pra pensar, o quadril é está localizado no centro do corpo, e portanto é um ponto de força, tanto para podermos viver, quanto para gerar uma vida - a gestação! 
Os movimentos inicias, que são básicos; ou seja, a base da dança do ventre não significa que sejam simples e fácil. Os movimentos básicos, bem fundamentos, explicados e executados corretamente, prepara a aluna para evolução na sua dança, através das ramificações de movimentos.
E cada movimento faço uma ligação com os chakras, além dos elementos da natureza; terra, fogo, ar e água, a dança do ventre é traz em si toda essa magia e conhecimento tanto da natureza, quantos dos animais, compreendendo isso, é compreender sua alma, através da dança!
Cada aula, um diferencial! E ao final o relaxamento, através da musicaterapia. São diversos os métodos, técnicas de harmonização feminina,  que auxiliam contra estress, trazendo paz e calma.
A dança do ventre desperta o auto estima,  fortalece sua auto confiança, equilíbrio emocional, flexibiliza e tonifica o corpo. São diversos benefícios!
A prática transforma, portanto, faça! Mesmo que ache que não é uma dança para você, experimentar sem expectativas, apenas faça, divirta-se.


Cllau Gonçalves.

Cia de Dança Oriental Árabe Mohana Devi

Apresentações Cia Dança Oriental Árabe Mohana Devi Sábado 30/11 a convite da Cia Bogossian estivemos em Iperó participando com três cor...